quarta-feira, 21 de junho de 2017

O universo é pura energia

Resultado de imagem para figuras de universoTudo no universo é feito de energia, e essa energia cria todas as formas e substâncias daquilo que chamamos nossa realidade. Um grande oceano de vibração, esta energia se funde nas miríades de formas de existência; seja uma pedra, uma onda, uma flor, um casaco no armário ou nós mesmos. A existência é feita da mesma substância básica, e ela está sempre em ação - nascendo, desenvolvendo-se, transformando-se e deslocando-se.
Somos co-criadores através dos nossos pensamentos. Todas as coisas são, literalmente, uma só; estando portanto, interligadas. Como toda energia está interligada, ela é maleável para a consciência humana através da ação da intenção. Inacreditavelmente, ela responde às nossas expectativas. Nossos pensamentos e sentimentos irradantes fazem nossa energia fluir para o mundo e afetar outros sistemas de energia.
A beleza eleva a energia.
Temos que ter coragem para reconhecer a realidade dessa energia universal, observando-a na natureza e nas pessoas. No início, a maneira mais fácil de chegar perto de ver a energia é cultivar nosso apreço pela beleza. Quando nos tornamos conscientes, das qualidades belas e especiais da natureza ou de uma pessoa, na verdade elevamos nossa vibração no continuum da consciência. Depois de nos colocarmos em consonância com a beleza de um objeto ou de uma pessoa, o próximo nível de percepção será ver a energia naquilo que achamos belo. 
Ficar consciente da energia eleva nossa vibração. A consciência da energia universal é a base para atrairmos o fluxo e tornamo-nos co-criadores com ela. Tão logo soubermos que somos parte de um sistema vivo, de uma energia até agora invisível, uma crença fundamental terá se modificado e passaremos a existir numa vibração mais elevada. Quando nossa mente lê as palavras na página, e nosso coração reconhece essas palavras dizendo "Sim, é claro", estamos começando a assimilar esta visão. Para algumas pessoas, poderá haver uma aceleração de eventos e sincronicidade, e para outras, talvez, uma recém-descoberta esperança, esclarecimento ou confiança.
Alguns de nós talvez precisemos passar por uma dolorosa reorganização antes de podermos reconstruir algo. 
Embora as coisas talvez não mudem na nossa vida com a rapidez que gostaríamos, elas certamente mudarão.
Experimente visualizar os estados mentais como diferentes faixas de frequência. À medida que você atrai as vibrações elevadas de energia como consciência, gratidão, beleza, integridade, alegria e confiança, você está, na verdade, harmonizando-se mais estreitamente com a energia universal. A vida cotidiana torna-se impregnada da sua capacidade de permanecer ligado através da percepção consciente; e, embora você possa, às vezes, ficar estressado, é mais provável que você permaneça ligado à pulsação da sua orientação espiritual. ( ... )

Extraído da revista Reiki - A libertação espiritual Nº 2

quinta-feira, 15 de junho de 2017

O SEU CAMPO DE ENERGIA É O SEU INSTRUMENTO

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Como sempre acontece, a cura começa em casa. O primeiro pré-requisito para qualquer curador é o cuidado consigo mesmo. Se você faz curas e não se cuida, provavelmente ficará doente mais depressa do que em qualquer outra situação. Isso acontece porque a cura requer  muito trabalho do seu campo de energia, além da importância que ele tem para a sua própria vida. O que quero dizer com isso é que, além de mantê-lo saudável e equilibrado, o seu campo será utilizado como conduto das energias curativas de que os outros necessitam. O seu campo pode não precisar, necessariamente, das frequências que você estará transmitindo, mas o campo terá de transmiti-las de qualquer maneira. Em ordem a transmitir a frequência requerida na cura, o campo precisará vibrar nessa frequência ou em seu harmônico. Destarte, para poder curar, você dirigirá seu campo como uma montanha russa. Estará frequentemente variando a frequência de vibração. Estará constantemente transmitindo diferentes intensidades de luz. Isso mexerá com você. Será bom no sentido de acelerar o seu próprio processo evolutivo, porque mudanças frequentes e intensas quebrarão seus padrões normais de conservação e liberarão os bloqueios no seu campo. Mas poderá esvaziá-lo se você não estiver em prefeito estado. Na cura, você não gera a energia que transmite, mas precisa primeiro elevar sua frequência para a frequência de que o paciente necessita a fim de carreara energia do Campo da Energia Universal. Dá-se a isso o nome de indução harmônica, que demanda grande quantidade de energia e focalização. Enquanto sua voltagem de energia for mais alta que a do paciente, você transmitirá para ele. Se, todavia, você tentar curar quando estiver muito cansado, a voltagem que for capaz de produzir poderá ser mais fraca que a do paciente. 
A corrente flui da voltagem alta para a voltagem mais baixa. Dessa maneira, você pode captar energias negativas da doença dos seus pacientes. Se você for muito saudável, seu sistema se limitará a liquidá-las, ativando-as ou repelindo-as. Se estiver esfalfado, poderá levar mais tempo para liquidar as energias baixas que captar. Se já tiver tendência para determinada moléstia, poderá exacerbar sua própria situação. Por outro lado, se se cuidar, enquanto trata de alguém, com a mesma moléstia para qual tem propensão, poderá aprender a gerar as frequências necessárias para curar-se.
Estudos levados a cabo por Hiroshi Motoyama mediram a força das linhas de acupuntura do curador e as do paciente antes e depois  do tratamento. Em muitos casos, as linhas do curador, relativas a certo órgão, se mostraram baixas após o tratamento. Não obstante, recuperaram a força original poucas horas depois. Motoyama também mostrou que, de ordinário, o meridiano do coração do curador fica mais forte depois de uma cura, a indicar que o chakra do coração já está acostumado à cura ( ...)

Extraído do livro Mãos de Luz de Barbara Ann Brennan

quarta-feira, 7 de junho de 2017

Tradição Científica: de 500 a.C. até o Século XIX

Resultado de imagem para imãsEm todo o discurso da história, a ideia de uma energia universal que impregna toda a natureza foi defendida por muitas mentes científicas ocidentais. Essa energia vital, percebida como um corpo luminoso, foi registrada, pela primeira vez na literatura ocidental, pelos pitagóricos, por volta de 500 a.C. Sustentavam eles que a sua luz produzia uma série de efeitos no organismo humano, incluindo a cura de doenças.
No século XII, dois eruditos, Boirac e Liebeault, viram que os humanos possuem uma energia capaz de causar interação entre indivíduos à distância. Relataram eles que uma pessoa pode exercer um efeito salubre ou insalubre sobre outra com a sua simples presença. O douto Paracelso, na Idade Média, chamou a essa energia " Illiaster" e disse que "Illiaster" se compõe ao mesmo tempo de força vital e de matéria vital. O matemático Helmont, no século XIX, visualizou um fluido universal que impregna toda a natureza  e que não é uma matéria corpórea e condenável, mas um espírito vital puro, que penetra todos os corpos. Segundo Leibnitz, o matemático, os elementos essenciais do universo são centros de força que contém o seu próprio manancial de movimento.
Outras propriedades dos fenômenos da energia universal foram observados, no século XIX, por Helmont e Mesmer, o fundador do mesmerismo, que depois se transformou em hipnotismo. Afirmaram  eles que os objetos animados e inanimados podiam ser carregados com esse "fluido" e que os corpos materiais podiam exercer influência uns sobre os outros à distância, o que subentendia a existência de um campo de certo modo idêntico ao campo eletromagnético.
O Conde Wilhelm von Reichenbach passou 30 anos, em meados do século XIX, fazendo experiências com o "campo", a que dava o nome de força "odica". Ele descobriu que essa força exibia muitas propriedades semelhantes às  do campo eletromagnético que James Clerk Maxwel descrevera anteriormente no século XIX. Ele também descobriu que muitas propriedades eram exclusivas da força ódica e determinou que os polos de um ímã exibiam não só a polaridade magnética mas também uma polaridade única, associada ao "campo ódico". Outros objetos, como os cristais, manifestam igualmente a polaridade única sem que eles mesmo sejam magnéticos. Os polos do campo de força ódica, têm como propriedades subjetivas o serem "quentes, vermelhos e desagradáveis", ou " azuis , frios e agradáveis" à observação de indivíduos sensíveis. Além disso, precisou que polos opostos não se atraem, como acontece no eletromagnetismo. Descobriu que, com a força ódica, polos semelhantes se atraem - ou semelhante atrai o semelhante. 
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Outras experiências demonstraram que parte do campo pode ser focalizado como a luz, através de uma lente, ao passo que outra parte flui à volta da lente da mesma maneira com que a chama de uma vela flui em torno de objetos colocados no seu caminho. ( ... ) Pelo que se depreende desses experimentos, o campo áurico tem propriedades que dão a entender seja ele não só na natureza particulada, como um fluido, mas também energética, como as ondas da luz.
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Extraído do livro Mãos de Luz de Barbara Ann Brennan

quarta-feira, 31 de maio de 2017

RUMO A UM SISTEMA HOLÍSTICO DE CURA

Resultado de imagem para imagens de cura e libertaçãoAcredito que os sistemas holísticos de cura do futuro combinarão o tremendo corpo de conhecimentos "analisados" da medicina tradicional com os conhecimentos "sintetizados" dos sistemas superiores de energia corporal. Os futuros sistemas holísticos de cura diagnosticarão e prescreverão um tratamento simultâneo para todos os corpos de energia e para o corpo físico, conforme as necessidades do paciente, e incorporarão os processos de cura, tanto internos como externos. Médicos, quiropráticos, homeopatas, curadores, terapeutas, acupunturistas, etc., todos trabalharão juntos para ajudar o processo de cura. O paciente será visto como uma alma em sua jornada de volta ao lar, ao seu verdadeiro eu, à Divindade, e a doença, como uma das maneiras de indicar ao viajante a direção certa. 
Para fazê-lo, precisamos empregar os métodos analíticos desenvolvidos pelos médicos, mergulhando nos mistérios do corpo superior a fim de adquirir um conhecimento prático do seu funcionamento e da sua estrutura. Precisamos juntar os projetos de pesquisa em que se põem à prova os métodos de cura do corpo superior juntamente com a medicina científica alopática atual, para analisar os efeitos combinados. Como trabalham juntos as drogas alopáticas e os remédios homeopáticos? Quais são os que se harmonizam, sustentando e acentuando uma cura? Quais são os que se hostilizam, e não devem ser usados ao mesmo tempo?
Precisamos concentrar-nos na descoberta de um método de detecção para observar os corpos de energia. Sendo o etérico formado de matéria mais grosseira, o mais parecido com o corpo físico e, provavelmente, o mais fácil de detectar, deveríamos concentrar-nos primeiro nele. Que tremendo instrumento teríamos em mãos se pudéssemos produzir uma imagem da estrutura de grade do etérico para mostrar os equilíbrios e os desequilíbrios da energia! Com essa informação e com novos estudos, poderíamos descobrir métodos mais práticos e eficientes para reequilibrar as energias do etérico. E no futuro, mercê das nossas pesquisas, acabaríamos descobrindo métodos aplicáveis aos corpos superiores. 
Dessa maneira, poderíamos curar o distúrbio antes que ele se manifestasse no corpo físico como doença física. 
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Com pessoas altamente treinadas e qualificadas, capazes de detectar, com um simples olhar, os processos internos do corpo, não é difícil de imaginar até onde essas pessoas poderiam levar a pesquisa médica. Em lugar de enfatizar a observação de animais em laboratórios, a pesquisa poderia concentrar-se no paciente verdadeiro e em suas necessidades pessoais. Quando alguém for capaz de conhecer diretamente ( de "ler" )   a espécie de tratamento de que um paciente necessita serão elaborados programas em nível pessoal para a cura de cada indivíduo.
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Extraído do livro Mãos de Luz de Barbara Ann Brennan.

quarta-feira, 24 de maio de 2017

AS SETE CAMADAS E OS SETE CHAKRAS DO CAMPO ÀURICO

Resultado de imagem para chakrasCada camada parece diferente das outras e exerce sua função particular. Cada camada da aura está associada a um chakra, a saber: a primeira camada se associa ao primeiro chakra, a segunda ao segundo chakra, e assim por diante. Estes conceitos gerais, tornar-se-ão muito mais complicados à proporção que nos aprofundarmos no assunto. Limitar-nos-emos, por ora, a enumerá-los para dar ao leitor uma visão global. A primeira camada do campo e o primeiro chakra estão ligados ao funcionamento físico e a sensação física - a sensação da dor ou do prazer físicos. A primeira camada está ligada ao funcionamento automático e autônomo do corpo. A segunda camada e o segundo chakra, em geral,  se associam ao aspecto emocional dos seres humanos. São os veículos através dos quais temos nossa vida emocional e nossos sentimentos. A terceira camada liga-se à nossa vida mental, à reflexão linear. O terceiro chakra está unido à reflexão linear. O quarto nível, associado ao chakra do coração, é o veículo através do qual amamos, não somente os companheiros, mas também a humanidade em geral. O quarto chakra é o chakra que metaboliza a energia do amor. O quinto é o nível associado a uma vontade mais alta, mais ligada à vontade divina. O quinto chakra se associa ao poder da palavra, criando coisas pela palavra, prestando atenção e assumindo responsabilidade pelo nossos atos. O sexto nível e o sexto chakra estão vinculados ao amor celestial, um amor que se estende além do âmbito humano do  amor e abrange toda a vida. Proclama o zelo e o apoio da proteção e do nutrimento de toda a vida. Considera todas as formas de vida preciosas manifestações de Deus. A sétima camada e o sétimo chakra estão vinculados à mente mais elevada, ao saber e a integração da nossa constituição espiritual e física.
Existem, por conseguinte, localizações específicas, no interior do nosso sistema de energia, para as sensações, as emoções, os pensamentos, as lembraças e para outras experiências não-físicas que costumamos confiar aos nossos médicos e terapeutas. Se compreendermos o modo com que nossos sintomas físicos se relacionam com essas localizações, ser-nos-á mais fácil compreender a natureza das diferentes enfermidades e também a natureza da saúde e da doença. Dessa forma, o estudo da aura pode ser uma ponte entre a medicina tradicional e nossas preocupações psicológicas. 


quarta-feira, 17 de maio de 2017

A CAUSA DA DOENÇA

Resultado de imagem para imagens de pessoas doentesConsoante a perspectiva do curador, a doença resulta do desequilíbrio. O desequilíbrio resulta de você haver esquecido quem é.  O esquecimento da própria identidade cria pensamentos e ações que conduzem a um estilo de vida insalubre e, finalmente, à doença.  A doença, em si, é um sinal de que você está desequilibrado porque  se esqueceu de quem é. Mensagem direta dirigida a você, diz-lhe não só que você está desequilibrado, mas também lhe mostra os passos que o levarão de volta ao verdadeiro eu e á saúde. Essa informação é muito específica; basta-lhe saber chegar a ela. 
Nessas condições, a doença pode ser compreendida como uma lição que você dá a si mesmo para ajudá-lo a lembrar-se de quem é. Você pensará imediatamente em todos os tipos de exceções  a essa afirmativa. A maioria, porém, o restringirá a uma percepção da realidade que apenas inclui esse determinado período de vida e apenas a vida no corpo físico. Meu propósito, contudo, é mais transcendental,.  As afirmativas acima só serão compreendidas de modo total e saudável se você já admitir sua existência além das dimensões físicas do tempo e do espaço. Elas só podem ser consideradas afetuosas se também o incluírem como parte do todo e, por conseguinte, o todo. Baseiam-se na ideia de que a individuação e a totalidade são a mesma coisa. Isto é, apriori, o todo é constituído de partes individuais, e as partes individuais , portanto, não só são parte do todo, mas também, como um holograma, são o próprio todo.

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Extarído do livro Mãos de Luz de Barbara Ann Brennan

quarta-feira, 10 de maio de 2017

Além da Estrutura do Caráter

                                                                        À medida que cada pessoa trabalha consigo mesma psicodinâmica, física e espiritualmente, a aura se modifica. A aura se equilibra, os chakras se abrem cada vez mais. Desaparecem as imagens e concepções errôneas acerca da realidade, dentro do nosso sistema de crenças negativas, criando maior luminosidade, menor estagnação e vibrações mais elevadas no campo da energia. O campo torna-se mais elástico e mais fluido. A criatividade aumenta à proporção que cresce a eficiência do sistema de metabolização da energia. Expande-se o campo e mudanças mais profundas começam a ocorrer. 
Muitas pessoas começam a ter um belo ponto de luz auriargêntea no centro da cabeça, que cresce até formar uma bola brilhante de luz. À medida que a pessoa se desenvolve, a bola cresce de tamanho e estende-se além do corpo. Parece ser a amêndoa da semente que traz luz ao corpo celestial e o transforma num órgão mais brilhante e mais avançado, que começa a perceber e, assim, a interagir com a realidade além do mundo físico. A localização dessa luz parece estar na área da raiz do chacra da coroa e no chakra do terceiro olho, onde se localizam a pituitária e a glândula pineal. Quando o corpo mental se torna mais brilhante, desenvolvem-se as sensibilidades à realidade além do físico.  Nosso modo de viver muda-se para um fluxo natural de troca e transformação de energia com o universo. Começamos a ver-nos como um aspecto único no universo, completamente integrado no todo. Vemos nosso sistema de energia como um sistema de transformação de energia, que a recebe do meio ambiente, rompe-a, transforma-a e depois a ressintetiza mandando-a para fora, para o universo, num estado espiritual mais elevado. Dessa maneira, somos todos sistemas vivos de transformação. E, visto que a energia que transformamos tem consciência, estamos transformando consciências. Estamos realmente espiritualizando a matéria.

Extraído do livro Mãos de Luz de Barbara Ann Brennan